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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O verão exige massa muscular. Conheça os alimentos que ajudam a ganhar


Um dos grandes desafios de quem pretende encarar o verão em ótima forma é substituir massa adiposa por massa muscular. Sim, porque a simples redução de peso sem uma atividade física que garanta o enrijecimento dos tecidos resulta na temida flacidez, que aterroriza as mulheres e deixa os homens com jeitão de almofada.

O que todo mundo sabe, mas poucos dão atenção, é que não adianta malhar feito louco na academia sem preocupar-se com a alimentação. A combinação de esforço físico com dieta de poucas calorias e baixo valor proteico pode ser desastrosa. Por isso, é necessário utilizar alimentos que favoreçam o desenvolvimento da massa muscular. Segundo especialistas, eles chegam a ser mais importantes que os exercícios físicos na constituição da massa muscular, embora estes não sejam dispensáveis.

O segredo está na escolha dos alimentos. O ovo, por exemplo, é um dos principais formadores da massa muscular. Apesar de a carne vermelha levar vantagem pela alta concentração de proteínas, o ovo se mostra mais eficaz devido à alta taxa de vitamina B12 presente na gema. Esta vitamina tanto ajuda a reduzir os níveis de gordura como favorece o desenvolvimento das fibras musculares e a contração dos músculos. Além disso, o ovo fornece energia para a recuperação do organismo após os treinos. Entretanto, não custa lembrar: ovos não devem ser consumidos em excesso e a melhor forma de utilizá-los é cozidos.

As oleaginosas também não podem faltar na dieta de quem pratica atividade física. Amêndoas, nozes e castanhas ajudam os músculos a se recuperarem do esforço, além de combaterem o colesterol ruim (LDL). Como são altamente calóricas, não devem ser consumidas em excesso. Algumas unidades junto das refeições é a medida ideal.

O iogurte é outro importante alimento para a construção da massa muscular. Ele favorece a recuperação dos músculos após a atividade física. Muito cuidado, porém, com produtos carregados de açúcar ou adoçantes. O ideal é utilizar iogurte natural, feito em casa utilizando apenas leite. (Veja receita). Caso queira adicionar sabor, bata o iogurte no liquidificador com alguma fruta.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Cuidado: você pode estar ingerindo sal em excesso

Sabe o bom e velho sal de cozinha? Ele está na mira da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por sobrar em boa parte dos alimentos industrializados. Na batata palha, a diferença pode variar até 14 vezes de uma marca para outra. Já nos salgadinhos de milho a diferença chega a 12,5. É o que revela um estudo que a Agência apresentou quinta-feira (18/11) em Brasília. O estudo verificou quantidade de sódio, gordura saturada, gordura trans e açúcares em mais de 20 categorias de alimentos industrializados.

O macarrão instantâneo com tempero também chamou a atenção pela grande quantidade de sódio. “Em algumas amostras ficou constatado que em uma única porção a pessoa ingere 167% do sódio recomendado para o dia inteiro”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.

De acordo com Maria Cecília, a variação no teor de sódio encontrada nas diferentes marcas comprova que a indústria pode produzir alimentos mais saudáveis. “Vamos encaminhar essa pesquisa para o Ministério da Saúde, para que seja pactuado entre Governo Federal e indústrias uma redução das quantidades de gorduras, açúcar e sal nos alimentos processados”, afirma a diretora da Anvisa. Para quem não lembra ou não sabe, o sódio retém água no organismo e favorece o aumento do peso corporal, além de causar problemas relacionados à pressão arterial.

Bebidas
A pesquisa da Anvisa apontou, ainda, que os níveis de sódio em refrigerantes de baixa caloria apresentam valores maiores do que os verificados nos refrigerantes comuns. Enquanto nos refrigerantes de cola a média encontrada foi de 54mg/l, nos similares de baixa caloria a média foi de 97mg/l.

Com informações da Anvisa.

domingo, 21 de novembro de 2010

Ração humana, a receita que está fazendo a cabeça dos brasileiros


No Brasil todo uma nova receita está fazendo a cabeça das pessoas: ração humana. A composição pode variar conforme o fabricante, mas em comum todas trazem nutrientes naturais em pó que favorecem o funcionamento intestinal e melhoram a disposição física.

Alguns ingredientes não podem faltar: soja em pó, farelo de trigo, farelo de aveia, gergelim, levedo de cerveja e linhaça moída são os principais. A estes, há quem acrescente guaraná em pó, gelatina sem sabor, quinua, cacau em pó e farinha de maracujá. Para obter um sabor adocicado, basta acrescentar um pouco de açúcar mascavo.

Segundo especialistas, a mistura contribui para o bem estar geral do organismo por favorecer o funcionamento do intestino. A linhaça, por exemplo, é apontada como substância capaz de normalizar o ritmo intestinal, além de conter vitaminas.

Embora não haja qualquer registro de efeitos negativos associados ao uso da ração humana, quem sofre de determinadas enfermidades precisa tomar cuidados adicionais na hora de escolher a receita. Diabéticos, por exemplo, não podem utilizar ração humana que contenha açúcar mascavo, enquanto os cardíacos devem evitar cacau e guaraná em pó na composição.

Há um ponto no qual todos os especialistas concordam: a ração humana não deve ser adotada como única forma de alimentação. O alerta faz sentido especialmente para quem a adota em dietas de emagrecimento – que jamais devem ser realizadas sem orientação médica. Para quem tem alimentação equilibrada, o ideal é substituir uma das refeições, de preferência o jantar, por três colheres (sopa) misturadas ao leite ou suco natural. Além de enriquecer a dieta, esta forma de uso torna mais leve a última refeição do dia.

Veja uma das receitas mais comum de ração humana:
500g de soja em pó
500g de farelo de trigo
500g de farelo de aveia
100g de gergelim
100g de linhaça dourada
100g de guaraná em pó
100g de levedo de cerveja
100g de gérmen de trigo
100g de açúcar mascavo
100g de gelatina sem sabor
100g de quinua
100g de cacau em pó
100g de farinha de maracujá

sábado, 30 de outubro de 2010

Anvisa quer reduzir substâncias químicas em alimentos

Na última quinta-feira (27/10) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu início a uma Consulta Pública (101/2010) para alterar o nível de substâncias químicas não orgânicas presentes em alimentos.

Peixes, carnes, frutas, legumes e até a água potável podem conter substâncias como chumbo, cádmio, mercúrio e arsênio. O chumbo, cuja incidência é mais comum, pode provocar dor de cabeça e doenças cardiovasculares, afetar a fertilidade e a gestação, causar anemia, reduzir o apetite e comprometer o desenvolvimento cerebral das crianças. Segundo a Anvisa, o objetivo da consulta é criar um parâmetro que impeça a comercialização de alimentos contaminados, reduzindo a ingestão de substâncias químicas a níveis que não prejudiquem a saúde do consumidor.

Quem quiser participar da consulta com sugestões deve enviar e-mail para cpcontaminantes@anvisa.gov.br ou fax para 61 3462-5315.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa